No dia em que o Vaticano profanou o túmulo de Jesus Cristo, coisas inexplicáveis ​​começaram a acontecer


terça, 29 de outubro de 2019

Há um lugar em Israel onde, ano após ano, milhares de católicos de todo o mundo, bem como gregos e armênios ortodoxos, viajam como um lugar sagrado. A tumba de Jesus. Esta tumba, protegida por uma laje de mármore, é considerada por vários pesquisadores, religiosos e arqueólogos como o último local onde descansava o corpo do Messias.

Em outubro de 2016, o Vaticano e o Fundo Mundial de Monumentos (FMM) colaboraram para levantá-lo pela primeira vez em quase mil anos. Eles alocaram um orçamento de mais de quatro milhões de dólares, incluindo 10 meses de restauração. O projeto foi supervisionado por Antonia Moropoulou, da Universidade Técnica Nacional de Atenas.

No entanto, ninguém imaginou o que iria acontecer, uma vez que o túmulo fosse aberto. A tumba havia sido guardada pelo governo de Israel antes, sendo declarada um local inseguro que precisava de restauração.


Logo após a entrada dos pesquisadores, mídias como o jornal Daily Star fizeram suas declarações arrepiantes sobre o que encontraram lá dentro.